ordenados de escândalo


Os das ratazanas que destruíram as nossas esperanças, as nossas ilusões, que destruíram todas as oportunidades que este país teve de progredir, que se agarraram ao poder como carraças ou sanguessugas, que espalham benesses milionárias entre comparsas e cúmplices. Rasca, mais rasca, não há.

Ficam aqui os ordenados de 2009 (valores declarados) de alguns dos presidentes de organismos e empresas públicas:
António Mexia,
presidente da EDP, 3.1 milhões €
Manuel Ferreira de Oliveira, 
presidente executivo da Galp, 1.6 milhões €
Zeinal Bava, 
presidente da PT, 2.1 milhões €
Almerindo Marques, 
director da Estradas de Portugal, 252.431 €
Faria de Oliveira, 
presidente da CGD, 440.336 €
Vítor Constâncio, 
governador do Banco de Portugal, 249.447 €
Henrique Granadeiro, 
presidente do Cons. Administ. da PT, 1.6 milhões €
Rui Pedro Soares, 
ex-administrador da PT, 1.5 milhões €
Ana Maria Fernandes, 
administradora da EDP Renováveis, 2.3 milhões €
Rodrigo Costa, 
presidente executivo da ZON, 1.0 milhão €
José Penedos, 
presidente da Com. Execut. da REN, 620.816 €
Rui Cartaxo, 
presidente da Com. Execut. da REN, 497.066 €
Fernando Faria de Oliveira,
presidente da CGD, 440.336 €
Fernando Pinto, 
presidente executivo da TAP, 420.000 €
Guilherme Costa, 
presidente da RTP, 254.304 €
Estanislau Mata da Costa, 
presidente do Cons. Admin.dos CTT, 251.248 €
Daniel Proença de Carvalho, 
presidente do Cons. Admin. da ZON, 250.000 €
Carlos Tavares, 
presidente da CMVM, 233.857 €
Manuel Sebastião, 
presid. Cons. Admin. Autorid. p/ Concorrência,
233.857 €
Murteira Nabo, 
presidente não executivo da GALP, 210.000 €
José Amado da Silva, 
presidente da Anacom, 198.730 €
Ricardo Fonseca, 
presid. Cons. Admin. do Metro do Porto, 150.220 €
Pedro Cunha Serra, 
presid. Cons. Admin. da Águas de Portugal, 134.288 €

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